terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Gônadas e Exercício

Gônadas são os órgãos que produzem gametas, sendo o testículo o masculino e o ovário o feminino. Testosterona e estrógeno são os principais hormônios secretados por esses órgãos. Além das funções reprodutivas, esses hormônios estão associados as características secundárias dos seres humanos. A concentração de testosterona aumenta 1/3 durante trabalhos de força, embora a resposta da testosterona no exercício seja pequena.  Estrogênios exercem efeitos fisiológicos semelhantes ao da testosterona. O que mais se pesquisa é o efeito do treinamento no ciclo menstrual. O que mais se evidência é uma baixa dos níveis dos hormônios secretados pelo testículo e pelo ovário afetados pelo exercício.


O pâncreas é uma glândula tanto exócrina quando endócrina. As secreções exócrinas são secretadas nos ductos que levam ao intestino delgado. Os hormônios, liberados da porção endócrina, incluem a insulina, o glucagon e a somatostatina.
A somastostatina é bastante secretada durante o estado absortivo, e ela modifica a atividade do trato GI para controlar a taxa de entrada de moléculas de nutrientes na circulação.
A insulina é o hormônio mais importante durante o estado absortivo, quando nutrientes do intestino delgado estão entrando no sangue. A insulina estimula os tecidos a captar moléculas de nutrientes, como glicose e aminoácidos, e as armazenam sob forma de glicogênio, proteínas e gordura. Seu papel mais conhecido é na difusão facilitada de glicose através de membranas celulares. Sua falta provoca um acúmulo de glicose no plasma, levando a sua eliminação pela urina porque os rins não conseguem reabsorvê-las. Sua secreção depende de vários estimulas, como estimulação simpática e parassimpática.

O glucagon exerce um efeito oposto ao da insulina. Sua secreção aumenta em resposta a uma baixa concentração de glicose no sangue, também por atividade do sistema simpático.  Junto com o cortisol ele estimula a glicogênese no fígado.

A diabetes é caracterizada por uma deficiência absoluta (tipo I) ou relativa ( tipo II) de insulina que acarreta hiperglicemia (aumento da concentração de glicose no sangue).
O exercício aumenta a velocidade à medida que a glicose é captada do sangue. Dessa forma, o exercício é muito útil para os diabéticos. É extremamente importante que eles estejam com a insulina controlada antes do exercício, dentro da quantidade adequada. Com a insulina controlada, por efeito das catecolaminas e do glucagon, o organismo neutraliza o aumento normal da liberação de glicose do fígado. O diabético tipo II é o que mais sente diferença no exercício para ajudar na resistência à insulina que ele tem, ajudando no controle glicêmico e na obesidade também.

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